E o governo federal parece querer empurrar goela abaixo da população do Tapajós, sem vaselina, a construção de cinco hidrelétricas na região. Comete-se o mesmo erro de Belo Monte: tudo feito às pressas, sem tempo de preparar as cidades para os grandes impactos, principalmente os sociais.
Mas dessa vez a sociedade civil parece não estar disposta a aceitar a imposição da usina. Quer compensações - e muitas - e antes do início da construção das barragens.
Nenhum comentário:
Postar um comentário